felicidade

Felicidade! Você sabe onde encontrá-la?

Se há algo comum aos seres humanos é que t-o-d-o-s queremos ser felizes. Possuímos desejos e sonhos distintos, claro, mas com o mesmo fim: a felicidade. Acreditamos que ao alcançarmos determinadas coisas seremos felizes ou mais felizes.

 

Mas o que as pesquisas revelam sobre a felicidade? Quando conseguimos determinadas coisas – não só materiais – ficamos mais felizes? E, o mais importante, isso perdura?

No livro “A arte da felicidade” de Dalai Lama e Howard C. Cutler há um trecho muito interessante, que esclarece bem essas questões:

 

A felicidade é determinada mais pelo estado mental da pessoa do que por acontecimentos externos”. O sucesso pode produzir uma sensação temporária de enlevo, ou a tragédia pode nos mandar para um período de depressão, mas mais cedo ou mais tarde nosso nível geral de felicidade acaba migrando de volta para uma certa linha de referência.

 

Os psicólogos chamam esse processo de adaptação; e nós podemos ver como esse princípio atua no nosso dia-a-dia. Um aumento de salário, um carro novo ou um reconhecimento por parte dos colegas de trabalho podem nos deixar animados por um tempo; mas logo voltamos ao nosso nível costumeiro de felicidade.

 

Da mesma forma, uma discussão com um amigo, um automóvel na oficina ou um pequeno ferimento podem nos deixar de péssimo humor, mas em questão de dias nosso espírito volta a ser o que era antes.

 

Essa tendência não se limita a acontecimentos triviais, de rotina, mas persiste mesmo sob condições mais extremas de sucesso ou catástrofe.

 

Pesquisadores que estudavam os ganhadores da loteria estadual de Illinois e da loteria britânica descobriram, por exemplo, que a empolgação inicial ia passando com o tempo e os ganhadores voltavam à sua faixa habitual de felicidade.

 

E outros estudos demonstraram que, mesmo aquelas pessoas que são vítimas de acontecimentos catastróficos, como por exemplo o câncer, a cegueira ou a paralisia, recuperam seu nível normal ou quase normal de felicidade de rotina depois de um período adequado de ajuste.

 

Portanto, se nossa tendência é voltar para o nível de referência de felicidade que nos é característico, não importa quais sejam as condições externas, o que então determina este nível de felicidade? E, o que é mais importante, será que ele pode ser modificado, fixado numa faixa mais alta?

 

Alguns pesquisadores defendem a tese que o nível de felicidade e bem-estar é determinado geneticamente, pelo menos até certo ponto. Mas isso ainda não está comprovado.

 

E mesmo que a constituição genética desempenhe um papel no que diz respeito à felicidade, há um consenso geral entre os psicólogos de que qualquer que seja o nível de felicidade que nos é conferido pela natureza, existem formas de trabalhar o “fator mental”, a fim de aumentar a nossa sensação de felicidade.

 

Isso, porque nossa felicidade é em grande parte determinada por nosso modo de encarar a vida.

 

Na realidade, como diz Cutler, o fato de nos sentirmos felizes ou infelizes a qualquer dado momento tem muito pouco a ver com os fatos em si, mas, sim em como lidamos com eles e com a satisfação que sentimos com o que temos.

 

Como você tem encarado as situações da sua vida? Como você as enxerga? Quando algo que você julga como ruim ocorre você vê isso como um “castigo” e se entrega às lamentações, se vitimiza? Ou consegue enxergar oportunidades de melhorias, crescimento e aprendizado?

 

Você consegue agradecer por tudo o que tem? Consegue sentir gratidão por simplesmente estar V-I-V-O? Consegue sentir a alegria que é poder respirar? Que tal listar agora “coisas” pelas quais você é grato(a)? Acho esse exercício lindo! É um lembrete de como temos mil motivos para sentir gratidão.

 

Com o intuito de complementar este assunto indico um TED que gosto bastante. Ele tem tudo a ver com o assunto de hoje do blog pois fala de uma pesquisa sobre a felicidade. Matt Killingsworth estuda a natureza e a causa da felicidade. Veja o vídeo abaixo!

 

SalvarSalvarSalvarSalvar

SalvarSalvar

SalvarSalvar

SalvarSalvar

Gostou? Compartilhe!

Compartilhar no telegram
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no twitter
Compartilhar no pinterest
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no email
Compartilhar no facebook

Ebook gratuito

Reuni neste e-book gratuito mais de 50 dicas de livros, vídeos e filmes que me ajudaram na jornada do autoconhecimento. Se você também busca se conhecer, baixe agora e desfrute!

Me formei na PUC-Rio como jornalista em 2013 e de lá pra cá já tive uma filha, atuei na TV como repórter e apresentadora, criei este blog, produzi conteúdo para o Instagram, mudei de Cuiabá para São Paulo, me formei como instrutora de mindfulness na Unifesp, dei aulas, entre outras coisas. 

Mesmo diante de tantas mudanças, percebo que carrego algo há muito comigo: O amor pelo aprendizado e a vontade de dividir com outras pessoas o que descubro e aprendo.

Que você desfrute de cada cantinho dessa “casa”. É com muita alegria que lhe recebo :) 

Seja muito bem-vindo(a)!

Você também vai gostar de ler